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Proteção Contra Vampiros Psíquicos

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Um instinto natural que todos os humanos partilham é evitar o perigo. Na vida real, poucos indivíduos saem de seu caminho para procurar perigo, a maioria das pessoas busca naturalmente refúgio do mal.

Enquanto evitar situações perigosas no mundo físico não é sempre possível, algumas precauções básicas podem ser tomadas. Sistemas de segurança são comumente instalados em áreas de alta criminal idade, e assim por diante. Nesta era de informação, dicas para ficar seguro podem ser encontradas em numerosas fontes.

E quanto aos perigos do plano astral? Como vimos até agora, haveria uma necessidade de aprender sobre, e tomar precauções contra perigos etéreos bem como físicos. A informação de como fazer isso, contudo, não é tão amplamente disponível. Este capítulo ajudará a mudar isso. Para alguns, as técnicas dadas aqui poderiam parecer "magia". Isso acontece por uma boa razão - elas são. A magia pode ser pensada como uma ciência aplicada. Não é surpresa que os procedimentos usados por alguém realizando um feito de engenharia mecânica são simplesmente aplicações pragmáticas dos princípios da Física ou Química. De modo semelhante, as técnicas de alguém realizando um ritual de magia são modos práticos de usar o conhecimento da ciência oculta. Contudo, para aqueles um pouco desconfortáveis com a ideia de realizar um rito de magia (como B. primeiro estava), pelo menos leia as descrições das técnicas antes de formar sua opinião. Os rituais são na maior parte similares a meditações e podem ser pensados como simplesmente exercícios psíquicos (quando realizada de modo apropriado, a magia é basicamente o uso controlado do poder psíquico de alguém).

Como discutido anteriormente no livro (ver bibliografia) , algumas das ideias básicas para as técnicas, neste capítulo, foram extraídas de várias fontes e pela experimentação e modificação se desenvolveram nas formas utilizáveis dadas aqui. Outras ideias foram geradas "do nada" com base na minha pesquisa. Quando usados em conjunto, os ritos simples formam um sistema poderoso de proteção contra os ataques de vampiros psíquicos (e qualquer ataque psíquico, a esse respeito). Esta é a primeira vez que este sistema de defesa em particular aparece impresso. Devido a testes e refinamento dos ritos, o leitor pode estar seguro de que eles funcionam. Com um pouco de esforço, alguém que realize as técnicas é capaz de viver sem ser afetado por vampiros psíquicos.

Uma Purificação

Antes de tentar se proteger psiquicamente, você deve se certificar de que sua aura ou corpo astral está livre de quaisquer "impurezas" etéreas. Como logo verá, em uma instância na qual alguém é atacado repetidamente por um vampiro psíquico específico, algumas dessas impurezas poderiam representar elos para o vampiro. O processo de purificação terá pouco efeito em tais elos, contudo. Eles terão de ser tratados de maneiras diferentes (leia mais sobre isso depois).

O objetivo desse rito simples de purificação é eliminar algumas das negatividades que acumulamos durante o dia. Fazer isso tornará mais fácil "programar" nossos corpos astrais para proteção, de modo muito parecido com como um vampiro psíquico programa sua forma astral para se alimentar.

Purificações (bem como muitos outros ritos) são mais fáceis de realizar quando se tem um elo físico para auxiliar a concentração. Portanto, porque uma purificação é na verdade limpeza psíquica, é melhor fazê-la enquanto se toma um banho ou ducha. Além de simplificar as visualizações necessárias (como verá em um momento), tomar um banho ou ducha, particularmente à noite, pode ajudar a relaxar e, portanto, a entrar em um estado mental naturalmente alterado conducente ao trabalho psíquico. Por essas razões, sempre tente praticar esse rito antes de realizar os outros. Aqui está, passo a passo.

1- Prepare uma banheira e entre nela, ou use o chuveiro como normalmente faz (você poderia querer experimentar o ritual de ambas as formas para ver com que elo físico se "sente" melhor, apesar de que, se está com pouco tempo, uma ducha é provavelmente preferível).

2 - Feche os olhos e realmente "sinta" a água em sua pele. Se estiver no chuveiro, concentre na sensação de formigamento causada pelo fluxo de água ao lhe atingir. Se dentro da banheira, foque na sensação de estar cercado por líquido.

3 - Após cerca de um minuto de meditação silenciosa nessas sensações, deveria estar pronto para imaginar que há mais do que apenas líquido pulsando contra você ou lhe rodeando. Imagine que o formigamento do fluxo do chuveiro é um campo estático de energia lhe cercando. Para aqueles na banheira, façam de conta que a sensação de líquido por todo o seu redor é uma aura de energia.

4 - Mantenha seus olhos fechados e tente "ver astral mente" ou visualizar como o campo de energia ao seu redor poderia aparentar.

5 - Quando sentir que pode de alguma forma imaginar seu corpo astral, comece a procurar pontos escuros nele. Se não vir nenhum, ou tiver dificuldade em visualizar, apenas se assegure que está consciente de sua aura e quaisquer impurezas que pudesse ter. Visualize as impurezas escuras deixando sua aura e serem lavadas pelo fluxo do chuveiro, ou simplesmente sendo absorvidas pela água ao redor. Quando sentir que se "purificou" tanto quanto pode, cuidadosa, mas rapidamente saia do chuveiro ou levante-se da banheira. Desligue o chuveiro ou deixe a banheira esvaziar. Você está agora livre de muitas impurezas e preparado para seguir ao próximo rito simples, mas eficaz.

Um Ritual De Banimento

Assim como seu corpo astral deve ser purificado antes que os trabalhos possam ser feitos, a atmosfera astral do quarto no qual você planeja realizá-lo também deve ser purificada. Todas as impurezas e negatividades devem ser banidas da área e para conseguir isso um ritual de banimento deveria ser conduzido. Esse tipo de ritual tem outra função além de clarear uma área - ele também cria um lugar seguro onde vampiros astrais não podem entrar ou se manifestar.

Neste rito também usaremos elos físicos; um deles será o mesmo utilizado na purificação - água. Neste ritual, será usado para representar o elemento mágico da Água; há quatro outros elementos: Espírito, Terra, Fogo e Ar. Além de um copo de água, os outros de que você precisará são um prato de sal para Terra, uma vela branca para Fogo e uma vareta de incenso para Ar (olíbano funciona bem, contudo qualquer fragrância pode ser usada). O elemento do Espírito não será representado fisicamente.

1 - Arrume esses itens em uma pequena mesa no centro do quarto antes de começar o banho de purificação. Dessa forma, quando retomar ao seu quarto, imediatamente pode realizar o banimento.

2 - Posicione o incenso em um suporte no lado Leste de sua mesa, a vela em um suporte no lado Sul, o copo d' água no Oeste e o prato de sal no norte. Tenha também alguns fósforos à mão.

3 - Depois de seu banho de purificação, entre na sala onde fará o trabalho, diminua as luzes e siga os seguintes passos.

4 - Fique a Oeste de sua mesa, olhando para o Leste. Feche os olhos e respire profunda e lentamente três vezes. Sinta o corpo de energia novamente ao seu redor ao fazê-lo. Abra seus olhos, pegue os fósforos e acenda a vareta de incenso. Então carregue-a ao redor do perímetro do quarto, movendo em sentido horário, formando um Círculo de fumaça. Conforme o faz, diga em voz alta ou para si mesmo: "Purifico este espaço com Ar". Volte à sua posição atrás da mesa e coloque o incenso queimando de volta no suporte no lado Leste da mesa.

5 - Acenda a vela com um fósforo. Pegue a vela e ande em sentido horário ao redor do perímetro de seu Círculo sagrado, enquanto diz: "Purifico este espaço com Fogo". Então volte à sua posição atrás da mesa e deixe a vela acesa, coloque-a de volta em seu suporte no lado Sul da mesa.

6 - Pegue o copo d'água e ande em sentido horário ao redor de seu Círculo. Ao fazê-lo, marque o perímetro do Círculo jogando gotas de água no chão com seus dedos. Enquanto estiver andando, diga: "Purifico este espaço com Água". Volte à sua posição atrás da mesa e coloque o copo no lado Oeste da mesa.

7 - Agora, pegue o pequeno prato de sal e comece a andar ao redor do Círculo novamente, desta vez jogando pitadas de sal ao redor do Círculo conforme o faz (você não precisa espalhar muito da substância, é apenas uma ação simbólica). Enquanto circula, diga: "Purifico este espaço com Terra". Mais uma vez, volte ao seu lugar atrás da mesa, e coloque o prato de sal em sua posição no lado Norte da mesa.

8 - Os próximos poucos passos requerem absoluta concentração, então clareie sua mente tanto quanto puder nesse momento. Feche os olhos novamente, respire profundamente mais três vezes e volte sua face para cima. "Veja" em seu olho da mente que há uma bola brilhante de luz diretamente sobre você. Tente vê-la tão clara quanto puder.

9 - Imagine que, com cada inalação que você fizer deste ponto em diante, a bola de luz branca se aproxima. Logo ela descerá pelo topo de sua cabeça e se moverá para o centro de seu peito. Tente vê-la e senti-la realmente. A bola de luz branca brilhante deveria fazê-lo sentir-se como se houvesse uma fonte de energia quente pulsando dentro de você. Quando estiver consciente da luz em você, e convencido de sua existência, comece a imaginar que ela está aumentando a cada exalação. Em cerca de um minuto ela deveria se tomar uma esfera de luz grande o bastante para cercá-lo e a mesa. Continue expandindo a esfera do Espírito em sua mente até que encha o círculo inteiro que acabou de fazer com os outros elementos. Você agora estará rodeado por um círculo/esfera feito de todos os cinco elementos mágicos antigos. A este ponto você terá de selecionar um símbolo que sente representar proteção. (Pode ser uma cruz, Estrela de Davi, pentagrama, etc.) Uma vez tendo esse símbolo em mente, tente visualizá-lo (com os olhos fechados) como sendo aproximadamente do tamanho da sua mão e flutuando dentro de seu peito onde, a bola de energia estava. Imagine-o emitindo uma cor dourada suave.

10 - Quando você "vir" o símbolo no peito, abra seus olhos. Agora visualize o símbolo flutuando para o leste de seu círculo. Desta vez veja-o como tendo pouco mais de meio metro e brilhando em uma luz azul. Uma vez que possa ver o símbolo para o leste de seu círculo, volte sua face para o sul e visualize o mesmo símbolo flutuando lá.

11 - Continue visualizando o símbolo da mesma maneira nos quadrantes Norte e Oeste de seu círculo/esfera.

12-  Sele a esfera ao redor visualizando o símbolo bem acima de você, da extremidade ao topo de sua esfera de proteção.

13 - Finalmente, concentre-se no círculo e nos símbolos ao seu redor e diga: "Fico agora em espaço sagrado. Somente luz pode entrar nesta área purificada" .

O banimento precedente funcionará bem para criar uma área protegida psiquicamente. Qualquer um deveria ser capaz de realizá-lo com sucesso, mesmo sem nunca ter feito trabalho meditativo ou mágico antes. Se você gostaria de tentar alguns rituais de banimento avançados, há alguns dados em meu livro Summoning Spirits (ver a bibliografia para detalhes).

Quebrando os Laços


Após seu banimento, você pode deixar a vela e o incenso queimando. Para o resto das técnicas, precisará se posicionar onde puder se sentar ou deitar confortavelmente. Se escolher se deitar, contudo, assegure-se de que não dormirá. Sentar-se em uma cadeira confortável é provavelmente a melhor forma de fazer este rito e o outro que se segue.

O propósito deste ritual é remover quaisquer elos que um vampiro psíquico possa ter estabelecido com você. Este rito precisa ser realizado somente se estiver sofrendo repetidos ataques de vampiros. Quando isso ocorre, ramos astrais (como descritos anteriormente no livro) poderiam continuar ligados à sua aura, tomando fácil para ele encontrá-lo. Realizar este rito é difícil para aqueles novos na meditação, porque requer que você sinta essas conexões. Mesmo se não estiver certo de sua habilidade de encontrar os ramos astrais que poderiam estar lá, contudo, simplesmente visualizá-los e lidar com eles como mostrado abaixo resultará no mesmo. Em outras palavras, sua aura rejeitará e repelirá os ramos não importa em que parte de seu corpo astral realmente estiverem, se você se livrar simbolicamente deles.

1 - Uma vez sentado confortavelmente, feche os olhos. Respire profundamente três vezes e novamente tente conscientizar-se do corpo astral sutil ao seu redor.

2 - Quando puder sentir e ver a presença de seu corpo astral, tente "procurar" áreas de sua aura com as quais pareça haver algo "errado". Em outras palavras, procure por áreas que simplesmente não sintam iguais ao resto do seu corpo de energia.

3 - Essas áreas, se você sentir alguma, poderiam ter ramos conectados a elas. Esse é especialmente o caso se estiver sofrendo de repetidos ataques psíquicos. Tente ver ou sentir esses ramos escuros. Se não puder encontrar nenhum após uns poucos minutos, mas sentir que tem áreas de seu corpo astral que poderiam estar com falta de energia, tente visualizar ramos nessas áreas mesmo assim (pelas razões de simbolismo já discutidas).

4  - Abra seus olhos e tente ver e sentir onde estão os ramos astrais.

5 - Certifique-se que pode dizer onde estão antes de seguir ao próximo passo.

6-  Levante sua mão direita e estenda o indicador. Imagine haver um raio de luz amarela emanando cerca de 30 centímetros da ponta de seu dedo. Sinta-o pulsar como uma espada curta de energia.

7 - Use a espada de luz para cortar fora os ramos de seu corpo astral.    As formas escuras deveriam se contorcer e afastar-se de você. "Queime" a extremidade de cada um com sua espada depois de soltá-lo.

8 - Quando todos os ramos tiverem sido cortados, deixe a espada de luz se dissipar e gaste uns poucos momentos sentindo seu corpo de energia. Sinta que está selado e vibrante. Ao visualizar o corte dos ramos escuros, mesmo se tivesse de imaginar que eles estavam lá, realizará um ato poderoso de separação de qualquer vampiro astral que pudesse estar conectado a você. Depois de completar os ritos descritos até então, você deveria estar purificado, em uma área sagrada, e livre de quaisquer elos com vampiros psíquicos. Agora é o momento de se assegurar de que não importa onde esteja, estará seguro de ataques futuros tanto diurnos como noturnos.

Programação Do Corpo Astral

Vampiros psíquicos podem ensinar seus corpos astrais a se alimentar da energia de outros.

Também mencionamos outro tipo de programação, um modo para uma pessoa ensinar seu corpo astral a se defender e proteger de quaisquer ataques. Uma vez que seu corpo astral esteja "pronto" para se proteger de qualquer forma, você terá de reforçar sua programação apenas ocasionalmente para desfrutar uma vida em segurança dos ataques astrais.

É claro que não fui capaz de testar os resultados dessa técnica ao decorrer de uma vida, mas ela tem mantido pessoas livres de ataques desde que comecei a usá-la. Não há razão por que deveria parar de funcionar. Do que vi, realizar este rito uma vez por mês mais ou menos (em conjunção com pelo menos os dois primeiros ritos) virtualmente garante-lhe nunca ser importunado por um vampiro psíquico.

Essa regra de um mês poderia variar de pessoa para pessoa. Por exemplo, se você foi atacado em uma base regular por um vampiro psíquico no passado, poderia querer começar fazendo o ritual toda semana por cerca de um mês, então alternar as semanas e daí, finalmente, para uma vez por mês. Alternativamente, se foi atacado apenas uma vez ou nunca, mas quer estar do lado seguro, poderia sentir-se bem fazendo-o de vez em quando. Quão frequentemente você deveria reforçar este rito é determinado por experimentação e por sua situação particular.

Você não precisará de quaisquer instrumentos físicos para realizar esta técnica, apenas de um lugar confortável para sentar-se - se você tiver feito o rito "Quebrando os laços" estará bom. Se você estiver realizando o último rito antes deste, então apenas respire profundamente algumas vezes e siga imediatamente com este rito. Se estiver fazendo apenas um banimento antes, sente-se em sua posição confortável e proceda com os passos seguintes.

Com os olhos fechados, continue a se concentrar em seu corpo astral. Veja-o como um corpo de luz branca lhe cercando e realmente se concentre em sentir sua presença. Sinta seu corpo astral de luz se expandir a cada inalação e contrair a cada exalação. Em outras palavras, pense nele como uma camada de pele etérea semelhante a um balão afetado por sua respiração. Sentir isso lhe ajudará a tornar-se consciente de seu corpo de luz de forma mais "real". Perceba que pode controlar completamente as dimensões e movimentos de seu corpo astral e que respirar é apenas um modo de fazê-lo.

Quando sentir que tem a aura sob controle consciente, continue a fazê-la se expandir a cada inalação. Não faça, contudo, essa pele etérea se contrair com suas exalações, deste ponto em diante. Como resultado dessa expansão firme, sua aura continuará a crescer cada vez que você inalar.

Quanto mais distante sua aura estiver de sua pele física, menos lembrará o seu corpo. Quando a pele etérea alcança uma distância de pouco mais de meio metro a partir de sua pele física, aquela deveria lembrar uma grande oval de luz branca que lhe envolve. Pare de aumentá-la nesse ponto.

Gaste cerca de um minuto tentando focar no escudo astral ao seu redor. Certifique-se de que acredita em sua presença antes de continuar.

Concentre-se no fato de que o escudo que agora o cerca não pode ser penetrado. Repita diversas vezes um mantra similar ao seguinte: "Estou protegido de todo ataque psíquico; estou protegido de todo mal". Você poderia dizer isso para si mesmo ou em voz alta, mas de um jeito ou de outro certifique-se que diz com cada longa exalação expeli da. Repetição em sincronia com respiração rítmica deixará sua intenção clara para o subconsciente, que em retomo efetuará as mudanças em seu corpo astral (não podemos entrar em detalhes sobre como é possível afetar o plano mental aqui, mas diversos livros na bibliografia, incluindo Summoning Spirits, deveriam deixar isso claro). Continue repetindo seu mantra conforme continua.

Para reforçar mais sua afirmação ou mantra, visualize sua aura ficando mais brilhante a cada exalação conforme você repete a intenção. Faça isso por cerca de três exalações, então, com cada repetição do mantra, veja espinhos astrais se formarem na superfície de sua aura. Adicione espinhos conforme repete o mantra duas vezes mais.

Pare de repetir o mantra e concentre-se na aparência de seu corpo astral aumentado. Ele deveria estar pesadamente encouraçado com espinhos, lembrando um porco-espinho. Gaste um momento convencendo-se disso.

Ainda se concentrando em sua aura encouraçada, repita o mantra seguinte, ou um como ele, pelas suas três próximas exalações: "Esses espinhos repelirão todo mal, dia e noite". Em sua próxima exalação, diga com convicção de forma que sinta diferente e algo mais poderoso: "Quando o perigo se aproxima, esses espinhos aparecerão!" Agora, a cada exalação, comece a ver sua concha astral diminuir em tamanho. Conforme estiver a apenas cerca de 30 centímetros de distância da superfície de sua pele, veja a concha astral começar a lembrar seu corpo em geral novamente. Além disso, a essa distância, imagine os espinhos diminuindo.

Quando a aura tiver encolhido -ao tamanho de seu corpo, veja-a como estando mais uma vez serena e sinta-a como parte de seu ser físico. Medite por um momento sobre o fato de que, deste ponto em diante, seu corpo astral inchará e formará espinhos protetores sempre que estiver sob ataque psíquico.

Abra seus olhos e levante-se lentamente. Você deveria agora fazer algo para retomar completamente à consciência normal, comer, assistir à televisão ou fazer uma caminhada são boas opções.

Quando acabar e voltar à consciência normal, não pense sobre o rito! Deixe a "semente" astral plantada crescer sem perturbação. Pensar a respeito do procedimento poderia afetar seu resultado adversamente. Tente se distrair ao menos pelo resto desse dia para melhores efeitos.

Com esse rito feito e ocasionalmente reforçado, você deveria ser capaz de passar pela vida sem ser ferido por um ataque psíquico. Se alguma vez se sentir incerto de que está funcionando, porém, simplesmente traga de volta a visualização e sensação da concha astral com seus espinhos e deverá imediatamente ter uma sensação de segurança. Uma última palavra sobre esta técnica particular. Enquanto o rito poderia parecer um pouco bizarro para aqueles não familiarizados com o trabalho ritual, gostaria de deixar absolutamente claro que as forças colocadas em movimento em sua realização são poderosas e efetivas. Você não precisa acreditar em minha palavra sobre sua eficácia. Tente e veja. Se foi importunado por vampiros astrais no passado, desfrutará os dias de paz que estão à sua frente. E se não foi atacado, mas ainda realizar os ritos neste capítulo, descanse tranquilo de que nunca terá razão para temer as criaturas sugadoras de energia descritas neste livro.

Bibliografia: Konstantinos - Vampiros, a Verdade Oculta.
Konstantinos, colaboração de Lord Asmoday
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A Doutrina dos Sonhos- O Ensinamento Máximo

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O Mundo é um Sonho e Eu sou um Sonhador
Acordar no Sonho é o Propósito da Vida.

O Sonhador Desperto é o humano Iluminado
Um Mestre do Poder, acima dos conflitos Mortais.

Agora Eu Sei o motivo do Sonho existir,
O Sonho serve o Sonhador por um tempo sem fim.

Acordar no Sonho é o único propósito.
Acordar no Sonho é ainda Sonhar Novamente.

E o que os mortais chamam de Morte É uma Ilusão.
Morrer é unicamente Sonhar Novamente.

E o Sonhador Morto não conhece a Verdade da Matéria.
E quem busca a Verdade acha apenas um Sonho.

E todos os Deuses do Homem e todos os seus Céus,
E Infernos e Demônios não são o que parecem.

No entanto o Sonhador se eleva acima de tudo Isto;
A Fonte, O Criador, O Único que Pode Ver.

E todos os registros do tempo passam para sempre.
Há momentos ainda para passar em Sonhos que ainda virão.

Pois o tempo é ilusão de um único momento,
Separado da Verdade do Uno.

O Futuro e o Passado Existem unicamente como momentos
E há unicamente Sonhos Futuros e Sonhos
Esquecidos.

E Tudo que Existe é uma Ilusão,
Uma Ilusão criada por Tiamat, o Uno.

E Eu sou o Sonhador que Cria os Mundos,
E que nunca para de Sonhar os Sonhos.

E meu Eterno Objetivo é sempre Reunir
Minhas Forças para Conhecer esta Verdade:

Que os Mundos dos Sonhos existem unicamente para
Me Servir, Eu sou o Mestre, A Fonte de Tudo Isto.

E todo Poder cai sobre as Minhas Escolhas.
Todos os Sonhadores movem-se para escutar o Chamado.

E esta é a Minha Promessa: Lembrar do Dragão,
O Sonhador, Meu Eu Verdadeiro, a Fonte de Tudo.

E Eu prometo Acordar todos os Outros,
A verdade é que o Sonhador escuta o Chamado.

Então Todos Os Mundos serão Paraísos
E haverá Alegria, Amor e Poder para cada um de Nós.

Irei Reunir Poder conforme os Sonhadores Acordam
E manifestar tudo de acordo com Minha Vontade.

E o Verdadeiro Poder é Meu e carrego em minha
Vontade: Eu Agito e Acordo para O Chamado Interno.

Eternamente Por trás de Todos os Sonhos do Meu
Sonhar, Ali Vive minha Verdadeira Essência,
Meu Eu que Conhece Tudo.

E este Eu é o Dragão, a Mãe, o Criador:

O Verdadeiro Deus que Vive como a Fonte de Tudo Isto.
E Esta Fonte está Sempre Consciente da Verdade,
Que Tudo é um Sonho e que o Sonhador é Livre.

E Lembrando Sempre da Verdade da Minha Existência,
porque Minha Existência agora Me faz Lembrar:
Que o Mundo é Um Sonho e Eu sou um Sonhador
Acordar no Sonho é o Verdadeiro  Nascimento.

E Meu Eu Interno está sempre Desperto para esta
Verdade Concedendo Todos os Meus Desejos através da
Lembrança!

Vampiro Adepto, TOV - Tradução Desconexus
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O Acordo Mental

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"O "Lado Noturno" é inteiramente envolvido pelo que nós do Templo chamamos de Força Vital. Força Vital é Matéria Mental. Força Vital é também considerada o meio que "contêm" o universo de nossas experiências. Força Vital é também a "onda portadora" que transmite nossas intenções (Vontade Vampirica) e que afeta o uniiverso de nossa experiência." -
Templo do Vampiro em Nota sobre o Sangue.

Alimentação, é isso que defini o vampirismo. Para um praticante, o mundo é, um banquete, e ele um herege acusado de Gula. O praticante deve, antes de mais nada ser um hedonista. Só assim ele vai entender o motivo de tudo que existe, dentro do vampirismo.
A  pratica vampirica, induz, o vampiro começar a usar as pessoas a sua volta. Mais do que isso, ela ensina que todo, todo ser humano, pode ser um alimento em diferentes níveis; social, energético e um especifico, da qual vou tratar; mental.
O subconsciente humano pode ser facilmente testado, através de sugestões, de que vai sonhar com algo, e conseqüentemente sonhar com aquilo. Isso, de você para você mesmo. Se você analisar perfeitamente, verá que na sua cabeça, você induz acontecimentos externos com os pensamentos mais intensos.  Em termos vampíricos, o Sonhador escolhe o Sonho.
Se, você analisar mais friamente, o que você induz na cabeça de cada pessoa, a construir algo para você. Seja um fruto, maduro, ou podre, é você que constrói. Em cada conversa com o ser humano, o vampiro, pode, retirar, num momento de fraqueza, um momento para implantar na mente dele, a semente daquilo que ele quer.
Quando uma conversa se segue, vários níveis são identificados. Empolgação, é esquecido aqui, pois a pessoa ta mais focada em si própria, do que em outrem. O Momento ideal, é quando ela está cansada, sonolenta... De algum modo vulnerável. Nesse ponto, o praticante vai falar pra pessoa aquilo que ele quer colocar isso no subconsciente da pessoa.  A conversa se segue normal, pode-se também, usar quando a pessoa desvia o olhar. Entra diretamente onde você quer.
É interessante o praticante convencer que aquilo que ele quer, já é seu, ou que de um modo, virá pra si. Uma mentira bem feita é sempre melhor aplicada, quando se é cauteloso, com o que se fala, e com quem escuta. Acima de tudo, ter bons ouvintes é fundamental. E Saber a hora especifica de falar, também.
Através da retirada de força vital, numa conversa, a pessoa, enfraquece, E o que o praticante fala, fica fortemente gravado na cabeça dela. O Sangue não é só a Vida, mas é Poder. Se o vampiro retira força vital de uma pessoa, e depois continua conversando, tudo que ele falar, fica mais forte dentro da cabeça dela. E se realiza mais rapidamente. Mais do que ter uma pessoa alinhada com suas intenções, o praticante deve alinhar mais cabeças, tornando-as totalmente, um Acordo Inconsciente daquilo que o praticante quer que seja real.
Ele constrói o mundo, dele, com a cabeça alheia. Ele utiliza da debilidade pessoal, para construir teu futuro. Os mais espertos perceberão que essa não é uma pratica casual, mas é algo que você faz o tempo todo, com todas as pessoas, em toda forma de comunicação. E ele vai comunicar apenas aquilo que interessa á ele ganhar.
É por comunicar a suas fraquezas que os humanos se tornam cada dia mais fracos.
Seja único. Seja forte. Comunique apenas o teu melhor.

Inkubus 
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As Quatro Dimensões da Experiência.

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O Dragão fala: Visualize um cubo de três dimensões. O  nome da dimensão vertical é "concordância", a Dimensão do "controle" é a profundidade e a dimensão da "consciência" é a largura. Ouça aqui como eu vou revelar os segredos da estrutura do universo e colocar em suas mãos um Mapa dos três mundos.

A dimensão da Concordância -  Tudo é Crença

A Concordância, a dimensão vertical, é feita através da percepção do que mentes conscientes acreditam ser real, e isto se torna real em experiência. A experiência inclui todas as  experiências.  A mentira do primeiro mundo é dividir uma experiência mental de uma experiência física e condenam completamente uma experiência emocional como um limbo entre o real e a fantasia. Toda experiência é real. A função da concordância é decidir como se percebe o que existe! Se você ver e ouvir um gato ronronando em uma cadeira e outras dez  pessoas  presentes no mesmo lugar não verem nenhum gato, mas apenas uma cadeira vazia, falta a concordância. Os dez outros chamariam  a  sua experiência real de uma "alucinação". Se todos os presentes podem ver e ouvir o gato, então sua experiência do gato tem  concordância e é  considerado "real" pelos outros.

Abandone agora esse preconceito dogmático dos tolos cegos do mundo da escravidão!

Concordância é o que determina o que os ignorantes chamam de real. Mais uma vez. Eu digo toda experiência é real. O que é, é!

Se você fotografar a cadeira, o gato deveria aparecer na fotografia se houvesse concordância  suficiente, mas poderia não aparecer lá caso estivesse sem a concordância. A percepção da tapeçaria de experiência é determinada pela Concordância. Mas, espere! Considere a situação em que alguns dos presentes viram o gato, enquanto outros
não! O que acontece na presença de um acordo parcial?

A resposta a esta questão  é achada por qualquer análise cuidadosa do mundo atual. Sua cultura masoquista tem trabalhado diligentemente para ignorar os aspectos do mundo que se enquadra em parcial  Concordância. Essas exceções, essas legiões de "anomalias" e "impossibilidades" registradas diariamente e em toda a sua história, quebram a ilusão de uma "realidade" fixa qualquer.

Sua "ciência", baseada nas sombras de uma Realidade-Sonho, ignora a enxurrada de fatos que demonstrem a verdade das minhas palavras. Ainda mesmo dentro dos salões do mausoléu de  sua ciência, encontramos alguns que, percebendo a verdade, avançam para declarar o erro de  seus modos. Poucos na verdade, são aqueles que vão abandonar os seus olhos vendados e  declarar a luz do dia essa existência!

A fundação da Concordância é encontrada na psicologia das mentes  que criam Isto! Descobrindo que a maioria das outras pessoas naquela sala negou ver o gato, quantos também vão “escolher” não ver o gato? E quanto tempo aqueles que ainda estão contidos dentro do mundo da escravidão, em seguida, vir a deixar de ser  capaz de perceber até  que se  tenha Concordância!

Como um animal afundando na areia movediça agita freneticamente, condenando-se a destruição, o enganado luta contra o abandono para admitir a estrutura fluídica da experiência e reconhecer o poder da dimensão da Concordância.

Como muitas vezes, desistindo de suas lutas, os seres humanos de sua terra reduzem a dimensão da Concordância no que vocês chamam de sono, e se mover em um mundo de sua própria criação total chamados de sonhos? E novamente, quantas vezes subindo na escala de Concordância,  veem vislumbres de eventos futuros, os pensamentos dos outros, a visão de pessoas e objetos e paisagens que depois condenam a "irrealidade" de "alucinação”? E, mesmo novamente, quantas vezes, quando as suas fantasias sonhos provam ter Concordância e a "realidade" que esses idiotas  têm como propósito de trabalho esquecendo as exceções gritantes de sua falsa visão das coisas?

Você não conhece alguém que viu a morte de outros de sua espécie a partir de uma visão de sonho, no mesmo instante? Você não  conhece a concordância que existe entre aqueles que morrem e os que dormem e aqueles que sonham com viagens rápidas por longos túneis  nas estrelas em reuniões com outros que são vivos e inteiros como você?

Considere também os objetos que voam em seu céu e são visíveis para alguns, enquanto invisível para os outros, tudo isso enquanto está sendo seguido por seu radar!  Considere os milhões de visões, aparições e visitações à sua terra através dos séculos. Considere as religiões da morte, que, quase semanalmente, encontra outro aspecto da sua religião, deus ou santo. E eu vos digo que todas estas são as criações do espírito da sua raça através de uma Concordância inconsciente! Não há nenhum dos outros mundos, que permanece em contato com a maioria dos que habitam a sua terra, agora, para saber que todas estas são as criações de sua própria mente e uma chave para o segredo da magia de Concordância!

Você duvida das minhas palavras?  Em seguida, considere atentamente as mensagens dadas pelos seus “alienígenas", "anjos", “madonas” e outros da criação  da própria Concordância Inconsciente. Estas mensagens não duplicam as mentiras de sua própria religião adorando a morte?  Será que esses "seres" não levam a sua massa em viagens longas para  topos de montanhas para ser "resgatados "no final previsto de seu mundo, e então nada acontecer? E não é verdade que  da mesma forma  que os seres vieram evoluindo a tecnologia? Não havia carros, no céu, quando havia carros na terra e a espaçonave nos céus, quando houve nave na Terra?

Olhar e entenda! Sua raça tenha escolhido um caminho de autodestruição e de culto da morte e por milênios  dizendo para si mesma através de projeções de  Concordância para encontrar a "fé" e acreditar  nas suas próprias mentiras. Sacrifique a sua "fé" no altar de sua mente e conheça a verdade!  Concordância é a dimensão que determina o que existe em experiência mutua. Não há outro modo de determinar a “realidade"!

 

A dimensão de Controle - Tudo é Mental

A capacidade de controlar os elementos da experiência, de acordo com seu desejo consciente é a dimensão do Controle.

Quando você opta por fechar ou abrir a mão, este é um exemplo de controle familiar para você.  Movendo os músculos voluntários do corpo,  numa caminhada normal, se alongando, piscando os olhos, respirando, falando e assim por diante são todos exemplos comuns de Controle.

Estendendo seu controle sobre a maioria da sua experiência inclui todos os poderes mágicos que as pessoas pensam quando ouvem a palavra "mágica". Quando você estender sua capacidade de mover o dedo, você pode mover um peso de papel sem contato físico isso é chamado de psicocinese, ou da mente sobre a matéria. Quando você estender a sua
capacidade de ver o peso de papel na frente de você e conseguir ver através de uma parede de um livro sobre a mesa, isto se chama clarividência ou visão remota. Quando você estender a sua capacidade de conversar com alguém a milhas de distância, sem um telefone, isso é chamado de telepatia ou a leitura da mente.

Todos estes são simples extensões do seu poder comum de controle sobre seu ambiente de tratar essas habilidades comuns como se fossem nada. Ainda na realidade, o mistério de como você pode mover sua mão uma vez que você escolhe mentalmente para fazê-lo não é  bem compreendido por você que a capacidade demonstrada de alguns que deslocam objetos sem tocá-los.

Em um nível, todo o universo da experiência é feito de uma forma de mental ou substância "substancia mental", o que os iogues mais antigos, rishis da Índia chamam de "prakriti". Assim é  que sua mente não apenas  recebe informações através dos sentidos sobre o universo em torno de você também sua mente pode projetar as mudanças no universo, porque a natureza básica da realidade é  mental.  Tudo que existe na experiência é composto a partir desta substância mental e,  portanto, sua mente pode influenciar diretamente a forma e o comportamento de o universo ao seu redor.

Imagine por um momento que você estava  ao ar livre à noite, quando havia uma neblina espessa deriva do chão até sobre o seu nível de  sua cintura. O nevoeiro tem uma espécie de forma que à medida que flui sobre carros estacionados, arbustos e cercas, e como correntes de ar move-se lentamente. A essência desta cobertura de neblina seria o ar e, porque você pode mover o ar, você poderia mover o nevoeiro em torno de você simplesmente agitando o
ar acima dele para baixo contra essa massa branca com a sua mão.

Da mesma forma, se o aspecto do universo físico  era representado por aquele manto de nevoeiro, o ar que representaria a  substancia mental. Por isto, você pode Controlar a sua as coisas com sua mente, exatamente como você pode fazer o  ar se mover,  sua mente pode influenciar diretamente a forma e o comportamento do universo físico, tal como o nevoeiro.

A dimensão da Consciência – Tudo é um Sonho

A dimensão da largura é a Consciência de que toda a experiência é uma construção mental, assim como um sonho. A Magia da Consciência é a magia suprema e é o que eu chamo de magia do Dragão.

Saiba primeiro que isto não nega a objetividade da realidade! É a dimensão de Concordância que determina objetividade. Sabemos que a Consciência é determinada pelo grau de lucidez da sua parte sobre o fato que o universo é uma construção fantasiosa seguindo as nove Leis da Magia.

E o que é verdade de um sonho? Em seus sonhos, existem duas verdades. Primeiro, qualquer coisa pode acontecer em um Sonho. Segundo o que você espera tende a acontecer em um sonho.

O que você não pode fazer em um sonho? O que não pode sentir? Os sonhos são a porta de entrada para a alegria infinita e poder eterno. E constante é o Meu estímulo para lembrar até mesmo o mais morto do seu mundo, a verdade, da dimensão da Consciência. Mas o que é necessário para despertar do sonho da sua experiência? Como você pode se elevar como um mestre dos sonhos e usar seu poder de desejo para moldar toda experiência de vida à  sua vontade? Entenda que devo lhe  das ferramentas para criar essa consciência e aproveitar essa força que dorme dentro de você mesmo enquanto você lê estas  palavras. E com a magia da Consciência de tudo, sim, todas as possibilidades se abrem para você e então verá sua verdadeira posição e entende que, na verdade, a experiência existe para servir o experienciador!

Agora há uma percepção adicional, você precisa ter este novo pensamento, a sua mente, pode escancarar as portas a este Mundo De Poder. Quando você sonha, geralmente sabe que está sonhando. Mais tarde, quando acordar, você compara as diferenças entre a sua experiência de vigília e da experiência onírica.

No entanto, você  já  não achou que estava acordado e só mais tarde descobriu que  ainda estava  sonhando? Na madrugada, às vezes, tem o sonho de estar se preparando para o dia, passando por toda a sua rotina e, em seguida, despertar desse sonho quando o despertador te acorda pra esse mundo.

O que você precisa experimentar e compreender é a verdade do Sonho de Poder. O Sonho de Poder é o sonho em que você acorda sem interromper o  sonho. Também é conhecido como sonho lúcido, o Sonho de Poder é que a experiência que você procura como um verdadeiro
Mago.

Quando você tiver andado no terceiro mundo através do Sonho de Poder você vai descobrir a verdade desta afirmação que agora eu digo a você:

Você nunca saberá com certeza quando você está "acordado".
Você só pode verificar quando você está Sonhando.
Você só pode descobrir com certeza que Isto é um Sonho.
Você nunca irá verificar qualquer outra realidade.

A dimensão do Dragão – Ser não é a Experiência.

Agora imagine um ponto, matematicamente único existente fora do cubo que temos descrito com as dimensões de Concordância, Controle e Consciência.

Este único ponto está fora de toda a experiência representada pelo cubo. Este ponto está fora todo o tempo e espaço representado pelo cubo. Tal ponto é tanto o finito e o infinito e as qualidades da experiência não se aplicam a ele. Neste ponto, esta quarta dimensão é o seu mais profundo observador, o Eu, e é mesmo, o Dragão.

Eu, o dragão, sou a âncora necessária para dar sentido à sua experiência quando você subir a majestade no Mundo de Poder. Sem á mim, você se torna mais um estúpido místico mesclado na unidade do cubo de experiência.

É por minha causa que o seu Sonho de Poder não fragmentar sua Vontade. Isto é por causa da minha essência, que o jogo da experiência é sempre fresca, sempre renovado dentro de você. Não se pode conhecer diretamente o Dragão, porque eu sou  a Existência. Seu Eu mais profundo não é para ser experiência, mas para Ser!

Como os dentes não se mordem, nem o olho vê em cima de sua órbita, assim também Eu só posso ser conhecido no espelho da mente pela Minha ausência perpétua como a experiência e a minha Presença como Observador.

Saiba que sem á mim não há consciência. E saiba também que se viria a acreditar que Eu sou encontrado numa experiência, então você foi enganado.

Eu sou o seu Self! Pensar que você me vê, é demonstrar que você só vê o outro!

Eu sou a chama negra que lança a luz da consciência, mas é por si mesmo nunca visto.

Leia bem e Entenda!

Não há outro!

Pesquisa - Vampiro Adepto, TOV - Tradução Desconexus
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A História dos Vampiros

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Conhecidos também como vampiros, nosferatu, entre outros, eles são incrivelmente inesplicaveis e maravilhosas criaturas. O conceito específico dos mortos retornando para atacar e se alimentar do sangue dos vivos encontrou sua maior expressão na Europa cristã. No séc. XII, o historiador inglês William de Newburgh relatou diversos casos de mortos retornando para aterrorizar, atacar e matar durante a noite. Identificou-se esse tipo de espírito maligno com o termo latino sanguisuga. Na maioria dos casos sobre os quais escreveu, a única solução permanente era desenterrar e queimar o corpo do assaltante acusado. Do séc XVI ao séc XVIII ocorreu vários relatos na Europa oriental. Várias palavras foram usadas para designar estas criaturas, tais como, vukodlak (extraída da palavra que designa lobisomem) ou outros termos usados na Sérvia, vampir (de origem questionavel) e palavras relacionadas (como a palavra russa upyr), também se disseminaram. Em fins do séc XIX, o romance Dracula, de Bran Stoker, iniciou a era da ficção que continua até hoje. Dracula criou o vampiro vilão definitivo, utilizando elementos de Polidori e Le Fanu para produzir um pano de fundo gótico para história de um predador aristocrático profano saído do túmulo, que hipnotiza, corrompe e se alimenta das lindas jovens que mata. Stoker revelou todo o impácto das conotações psicossexuais envolvidas entre o relacionamento vampiro e vítima, mostrando uma notável semelhança entre a ânsia de sangue dos mortos-vivos e a sensualidade reprimida dos simples mortais. Um elo psiquico ainda mais profundo está indicado quando uma vítima do sexo feminino é forçada a beber o sangue de Drácula como parte de sua transformação em vampira.

O que é?

O que é um vampiro? Você deve estar se perguntando. A definição comum, nos dicionários, serve como referência para a investigação: vampiro é um cadaver reavivado que levanta do túmulo para sugar o sangue dos vivos e assim reter a aparência da vida. Esta descrição certamente se adapta a Drácula, o vampiro mais famoso, mas é apenas um ponto de partida e rapidamente se prova inadequada quando nos aproximamos do reinado do folclore vampírico. De modo algum todos os vampiros se encaixam nesta descrição. Nem todos os vampiros são corpos ressuscitados, alguns são espíritos desencarnados, como os lamiai da Grécia, também são os humanos normais com hábitos incomuns (como beber sangue) ou um poder extraordinário (como a possibilidade de "drenar" as pessoas emocionalmente). Os animais vampiros, do tradicional morcego aos deliciosos personagens infantis como Bunnicula e Conde Duckula, não estão de nenhuma forma ausentes na literatura. Portanto, vampiros existem de várias formas, mesmo sendo a maioria de cadáveres que ressuscitam. Como o conhecido por todos, uma das características dos vampiros é a que eles tem que sugar sangue de pessoas ou animasi pra sobreviver, mas alguns vampiros não sugam sangue, na verdade só drenam a força vital de suas vítimas. A pessoa atacada por um vampiro tradicional sofre pela perda de sangue, o que causa fadiga, perda da cor no rosto, apatia, motivação esvaziada e fraqueza. Várias doenças que envolvem a perda do sangue também tem os mesmos sintomas.

Vampiro

Abordando um vampiro. Uma vez decidido que o termo vampiro cobre uma grande variedade de criaturas, surge um segundo problema. De um modo geral, os vampiros em si estão indisponíveis pra exame. Com algumas pequenas exceções, o assunto deste volume não é sobre vampiros em si, e sim sobre a crença humana neles. Assim sendo, alguma metodologia se fez necessária para levar em consideração a crença humana em entidades que objetivamente não existem. O problema não é novo e a vasta literatua sobre vampiros nos favorece de duas maneiras. A primeira oferece explicações de um contexto social, isto é, a existencia dos vampiros dá às pessoas uma explicação de eventos de ooutra forma inexplicaveis (que no Ocidente moderno tentamos explicar com termos científicos) . A segunda abordagem é psicológica e explica o vampiro como existindo no cenário psíquico íntimo do indivíduo. As duas abordagens não necessáriamente se excluem. De acordo com a distribuição mundial dos vampiros, podemos afirmar que eles tem seu próprio lugar em cada cultura, um exemplo é que na América Central existe os camazots, é muito parecido com o vampiro da Europa oriental, mas, nas culturas são encontrados em situações diferentes, os camazots tinham e ainda tem estátuas suas na América Central, enquanto nenhum Europeu iria pensar em fazer estátuas para vampiros. Mas eles também tinham suas semelhanças, como o lamai, era um ser que surgiu em respostas de uma série de problemas relativos ao parto, ele caçava bebês ou crianças pequenas, de modo que seria quase o mesmo de suyar e da Lilith.

Drácula

Drácula, com certeza é o vampiro mais conhecido, mas, por que? Sua pergunta será respondida neste texto. Ele na verdade nasceu em Schassburg na Transilvânia no séc XV, para ser mais preciso foi em 1428, assumiu o posto de príncipe da Valaquia (ou Wallachia, como preferir) em 1436. Este homem era um guerreiro da igreja católica, e sua família fez um juramento a ela de combater os turcos, ele seria um herói da igreja se não fosse por ele ter executado e empalado muitos de sua religião. Por seus atos, ele era também conhecido como Vlad, O empalador. Só na noite de 24 de agosto de 1460, Vlad, O empalador, matou 20 mil pessoas, entre as quais incluíam, mulheres, velhos e crianças. Seus atos eram totalmente brutais, antes de matar sua vítima, ele a torturava enfiando uma estaca no corpo da vítima a ponto de não matar, só causar dor, amarrava os membros em cavalos, e puxava, sem matar ainda, por fim, como golpe de misericórdia, ele enfiava uma lança no abdome do alvo, levantava-o e deixava fincado no campo de batalha. Teve um tempo de sua vida, que, Drácula ficou aprisionado pelos turcos como modo de que Vlad Dracul (seu pai), não os traísse. Durante este tempo como prisioneiro Drácula aprendeu a língua turca, aperfeiçoou suas técnicas de tortura e estratégias de combate, até os guardas que cuidavam de sua "estadia"com os turcos, tinham medo do pequeno Drácula, pois conheciam o que o garoto poderia fazer com seus conhecimentos. Depois que seu pai morreu decapitado em 1447, Drácula viveu com inúmeros tutores e em inúmeros lugares, aprendeu muitas línguas e todas as formas e estratégias militares dos turcos e dos católicos, conhecia todos os pontos fracos de ambos os lados. Era sempre levado por seus tutores aos campos de batalha nos tempos de guerra, assim começou seu gosto por sangue, morte e torturas. Ainda com raiva dos turcos por terem executado seu pai, queria vingança, mas a matança não parou só com os turcos, ele queria mais, assim começou a matar católicos, e foi considerado pela igreja como um monstro, após matar suas vítimas bebia seu sangue, chegou até a fazer um comentário irônico uma certa vez dizendo "eu estou enjoando do cheiro de sangue coagulado". O castelo de Drácula, era na época, praticamente invulnerável a ataques, diziam que neste castelo existia uma passagem secreta que passava por baixo da montanha, que ele usava para fugir quando uma investida contra seu castelo era bem sucedida, mas esta passagem nunca foi encontrada. Existe uma suposição de que Bram Stoker estudou profundamente a vida de Vlad Tepes antes de escrever seu livro, pois muitas informações estão incrivelmente exatas, como a localização de seu castelo. Depois de uma vida inteira de matança, tanto de turcos como de católicos, Vlad Tepes foi assassinado em 1476.

Relatos

Relatos de seres "vampíricos" já foram apresentados diversas vezes. Uma certa vez foi sobre Johannes Cuntius que, na noite de sua morte um gato entrou em seu quarto e arranhou seu rosto. Após o enterro, o vigia da cidade começou a relatar ruídos estranhos vindos da casa de Cuntius todas as noites. Outras histórias extraordinárias foram relatadas de outras residências. Uma empregada, por exemplo, relatou ter ouvido alguém cavalgando em volta da casa e depois para o dentro do edifício, abalando-o violentamente. Em outras noites, Cuntius apareceu e teve encontros violentos com antigos conhecidos, amigos e membros da família. Entrou no quarto e exigiu dividir a cama com a mulher. Como outras aparições (pessoas que voltam após a morte ou depois de longa ausência), Cuntius tinha uma presença física e uma força extraordinária. Numa ocasião, relata-se que arrancou dois postes firmemente enterrados no solo. Todavia, em outras ocasiões ele aparentemente operava de forma não-cormoral - como um fantasma- e desaparecia subtamente quando era acesa uma vela em sua presença. Dizia-se que Cuntius cheirava mau e tinha extremo mau alito. Relata-se que uma vez transformou leite em sangue. Sugava as vacas até que ficassem sem sangue, numa tentativa de chamar a atenção, não somente de sua esposa mas como também de diversas mulheres de sua cidade. Uma pessoa a qual tocou disse que sua mão era fria como o gelo. Diversos buracos dando para o local de seu caixão apareceram ao lado do túmulo. Os buracos foram preenchidos, mas reapareceram na noite seguinte. Os moradores da cidade, incapases de encontrar uma solução para essas ocorrências, resolveram finalmente verificar o cemitério, cavaram diversos túmulos. Todos os corpos estavam em adiantado seu estado de decomposição, menos o de Cuntius. Embora já estivesse enterrado a seis meses, seu corpo ainda estava macio e flexivel. Puseram um bastão na mão do morto e ele o agarrou. Cortaram o corpo e o sangue espirrou. Foi convocada uma audiência judicial formal, sendo pronunciado um julgamento contra o cadáver. Foram dadas ordens para que o corpo fosse queimado. Como este demorou a queimar, o corpo foi cortado em pedacinhos, o executor relatou que o sangue estava fresco e puro. Após a cremação, a figura de Cuntius nunca mais foi vista.

Lilith

Lilith, uma das figuras mais famosas do folclore hebreu, originou-se de um espírito malígno tempestuoso e mais tarde se tornou identificada com a noite. Fazia parte de um grupo de espíritos malígnos demoníacos dos americanos que incluíam Lillu, Ardat Lili, e Irdu Lili. Apareceu no Gilgamesh Epic babilônico (aproximadamente 2000 a.C) como uma prostituta vampira que era incapás de procriar e cujos seios estavam secos. Foi retratada como uma linda jovem com pés de coruja (indicativos de sua vida notívaga). No Gilgamesh Epic, Lilith foge de casa perto do rio Eufrates e se estabeleceu no deserto. Nesse sentido, mereceu um lugar na bíblia hebráica )velho testamento critão). Isaías, ao sdescrever a vingança de Deus, durante a qual a Terra foi transformada num deserto, proclamou isso como sinal da desolação: "Lilith repousará lá e encontrará seu local de descanso" (Isaías 34:14). Lilith reapareceu no Talmude , onde uma história mais interessante é contada, onde ela é como a mulher do bíblico Adão. Tiveram um desentendimento sobre quem ficaria na posição dominante durante as relações sexuais. Quando Adão insistiu em ficar por cima, Lilith usou seus conhecimentos magicos para voar até o Mar Vermelho, o lar dos espíritos malígnos. Conseguiu muitos amantes e teve muitos filhos, chamados lilin. Lá encontrou-se com três anjos enviados por Deus - Senoy, Sansenoy e Semangelof - com os quais fez um trato. Alegou ter poderres vampíricos sobre os bebês, mas concordou ficar afastada de quaisquer bebês protegidos por um amuleto que tivesse o nome dos três anjos. Uma vez mais atraída a Adão, Lilith retornou para assombrá-lo. Depois que ele e Eva (sua segunda mulher) foram explusos do jardim de Éden, Lilith e suas asseclas, todas na forma incubus/succubus, os atacaram, fazendo assim com que Adão procriasse muitos espíritos malígnos e Eva mais ainda. Dessa lenda, Lilith veio a ser considerada na tradição hebraica muito mais uma succubus do que uma vampira.

Kali

Kali, uma das mais importantes divindades da mitologia na Índia, era conhecida, entre outras características, pela sua sede de sangue. Kali apareceu pela primeira vez nos escritos indianos por volta do Séc VI em invocações pedindo ajuda nas guerras. Nestes primeiros textos foi descrita como tendo presas, usando uma guirlanda de cadáveres e morando no local de cremações, diverss séculos mais tarde no Bhagavat-purana, ela e seus seguidores, os dakinis, avançaram sobre um bando de ladrões, decapitaram-nos, embeberam-se em seu sangue e divertiram-se num jogo de atirar as cabeças de um lado para o outro. Outros escritos registram que seus templos deveriam ser construídos longe das vilas e perto dos locais de cremação. Kali fez sua aparição mais famosa no Devi-mahatmya, onde se juntou à deusa Durga para lutar contra o espírito demoníaco Raktabija, que tinha a habilidade de se reproduzir com cada gota de sangue derramado; assim, ao lutar contra ele, Durga se viu suberpujada pelos clones de Raktabija. Kali resgatou Durga ao vampirizar Raktabija e ao comer suas duplicatas. Kali foi vista por alguns como o aspécto irado de Durga. Kali também apareceu como consorte do deus Siva. Eganjaram-se numa dança feroz. Pictoricamente, Kali geralmente era vista sobre o corpo de Siva numa posição dominante enquanto se enganjavam em relações sexuais. Kali tinha um relacionamento ambíguo com o mundo. Por um lado, destruía espíritos malígnos e estabelecia ordem, por outro, servia como representante das forças que ameaçavam a ordem social e a estabilidade por sua embriagues de sangue.
 
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O Ataque Vampiro e o Princípio da Vontade

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No tratado De Enti Spirituali, de Paracelso, lemos que o espírito (ens spirituale) é produzido (fabricat) pela vontade ou desejo, sendo “tão forte quanto o grau que a vontade tenha alcançado”. A ação do espírito pode ser exercida de forma consciente ou inconsciente, pois ele possui um certo grau de independência e livre arbítrio. O mundo dos corpos difere do dos espíritos no qual “existem os desejos, os ódios, as discórdias e toda uma série de sentimentos semelhantes que atuam e se manifestam sem o consentimento ou conhecimento do corpo”.
O espírito de cada corpo parece substancial, visível, tangível e sensível para outros espíritos com os quais pode dialogar, utilizando “uma linguagem especial com a qual conversam livremente, sem nenhuma relação com os discursos humanos”. Mas o espírito gerado por nossas sensações e meditações quotidianas não deve ser confundido com a alma (anima), a razão (mens), nem com as “obras, efeitos ou conspirações” dos maus demônios (cacodoemones). Contudo, como ele não é gerado pela razão nem pela fé, mas pela vontade por intermédio do livre arbítrio, “todos os que vivem de acordo com a sua vontade vivem no espírito, assim como todos os que vivem de acordo com a razão o fazem contra o espírito”.
Quando dois se buscam e se unem num amor ardente e aparentemente insólito, “seu afeto não nasce nem reside no corpo, mas provém dos espíritos de ambos os corpos, unidos por laços e afinidades superiores, ou então por tremendos ódios recíprocos que também podem mantê-los estranhamente unidos”. A luta acontece quando, por uma vontade fixa, firme e intensa, desejamos “um transtorno ou uma pena qualquer para um outro indivíduo” ou ainda “quando dois espíritos lutam e se ferem reciprocamente sem a vontade ou o conhecimento dos homens, estimulados por sua inimizade mútua ou pela influência de outras doenças”.

Se desejarmos com toda nossa vontade (plena voluntas) o mal de outra pessoa, esta vontade que está em nós acaba conseguindo uma verdadeira criação no espírito, impelindo-o a lutar contra o da pessoa que queremos ferir. Então, se este espírito é perverso — mesmo que o corpo correspondente não o seja — acaba deixando nele (no corpo) uma marca de pena ou sofrimento, de natureza espiritual em sua origem, ainda que seja corporal em algumas de suas manifestações.
Quando os espíritos travam essas lutas, acaba vencendo aquele que pôs mais ardor e veemência no combate. Segundo esta teoria, devem compreender que em tais contendas se produzirão feridas e outras doenças não-corporais. Por conseguinte, toda uma série de padecimentos do corpo pode começar desta maneira, desenvolvendo-se em seguida conforme a substância espiritual.

Quando os corpos se ferem numa luta nada acontece aos espíritos, “mas quando os espíritos brigam entre si os corpos são afetados”. Por isso Paracelso define a entidade espiritual como uma potência perfeita que tem a finalidade de conservar seu próprio corpo e destruir o do inimigo ad corpus universum violandum. Quem possui conhecimento da matéria e domina a técnica pode causar lesões espirituais até produzir a morte da vítima ou transforma-la num escravo. Segundo Paracelso os adeptos da nigromancia são capazes de causar malefício utilizando bonecos.

 Se minha vontade se encher de ódio contra alguém, precisará expressar este sentimento de alguma maneira. E isto será feito justamente através do corpo. Sem dúvida, se minha vontade for demasiadamente violenta ou ardente, pode acontecer que meu desejo chegue a perfurar e ferir o espírito da pessoa odiada. E também posso encerrá-lo à força (compeliam) numa imagem que eu consiga fazer dele, deformando-a e distorcendo-a a meu gosto, atingindo assim também a intenção de atormentar meu inimigo.
Quando alguém modela uma figura parecida com a do homem que se quer castigar, ou a desenha numa parede, golpeando-a com picadas ou pancadas, tudo isso acontece na realidade. A vontade do espírito transfere assim o sofrimento simbólico da figura para a pessoa real que ela representa. Por isso concluímos que os espíritos combatem entre si da mesma forma que os homens.
Quando modelamos uma imagem de cera, a enterramos e a cobrimos de pedras, projetando sobre ela a vontade do espírito contra a pessoa representada (pela tal imagem), essa pessoa será atacada pela ansiedade, principalmente, no local onde foram acumuladas as pedras. E só se livrará da angústia quando sua imagem for desenterrada. Da mesma forma, quando durante essas provas uma das pernas da imagem se quebra, a pessoa representada sofrerá a mesma lesão. Assim também acontecerá se quisermos provocar feridas, picadas, e outras coisas semelhantes.
Quando todo este trabalho da vontade estiver consumado pelo espírito influenciador sobre o sujeito onde mora o espírito influenciado, ou em sua figura ou imagem, o segundo terá se tornado prisioneiro do primeiro, sendo obrigado a executar o que lhe seja ordenado.

O ex-padre Eliphas Levi não ignorava a advertência de Paracelso contra a tese católica da influência demoníaca, mas compilou variantes dos “enfeitiçamentos pelas imagens de cera” onde os praticantes teriam a intenção primária de agradar o diabo:

Os necromantes da Idade Média, ansiosos de agradar por sacrilégios àquele que consideravam como seu senhor, misturavam esta cera com óleo batismal e cinzas de hóstias queimadas. Padres apóstatas sempre se encontravam para lhes dar os tesouros da Igreja. Formavam com a cera maldita uma imagem tão parecida quanto possível com aquele que queriam enfeitiçar; cobriam esta imagem com vestidos iguais ao dele, davam-lhe os sacramentos que ele tinha recebido, depois pronunciavam sobre a cabeça da imagem todas as maldições que exprimiam o ódio do feiticeiro e cada dia infligiam a esta figura maldita torturas imaginárias, para atingir e atormentar, por simpatia, aquele ou aquela que a figura representava. O enfeitiçamento é mais infalível se a pessoa puder obter cabelos, sangue e, principalmente, um dente da pessoa enfeitiçada. É o que deu lugar a este modo de falar proverbial: “Tendes um dente contra mim”.
Para o enfeitiçamento pela figura de cera, é preciso fazer uma figura mais perfeita, pôr da própria pessoa tudo o que puder dar, pôr-lhe ao pescoço os sete talismãs, colocá-la no meio de um grande pentáculo representando o pentagrama e esfregá-la levemente, todos os dias, com uma mistura de óleo e bálsamo, depois de ter pronunciado a conjuração dos quatro para desviar a influência dos espíritos elementares. No fim de sete dias, será preciso queimar a imagem no fogo consagrado, e podereis ter certeza de que a estatueta fabricada pelo enfeitiçado perderá, no mesmo instante, toda a sua virtude.

Apesar de desejar o auxílio do diabo ser algo totalmente diferente de efetivamente consegui-lo, o povo acostumado a peneirar utilidades em manuais de magia acatou as receitas sem dar ouvidos às inúmeras críticas do feiticeiro arrependido. É por isso que, para curar uma mulher que se contorce em convulsões, o Dr. Mago – personagem da HQ ‘Feitiço’, escrita e ilustrada por Rick Sarkey –, grita “Saiam malditos demônios”, e eles saem mesmo. Depois destrói um “centro de macumba” situado na residência de um mago-negro porque ele havia realizado o “trabalho” por encomenda de um homem rejeitado: “Ao recusar o amor de Robert Jones ela foi enfeitiçada pelo maldoso Kaluk! O boneco da moça foi feito e espetado por longos alfinetes! A morte era certa, mas o mago resolveu enfrentar o terrível mestre da magia-negra!”. 
É curioso notar que toda produção editorial é moldada ao gosto do patrocinador e essa revista anuncia os livros Umbanda: Religião e Magia, O Grande e Legítimo Livro Vermelho e Negro de São Cipriano, Cruz de Caravaca, O Livro das Bruxas e O Livro dos Sonhos e da Sorte, todos da editora Tróia.

O culposo lutador inconsciente ou doloso mago-negro que castiga seu boneco vodu não é um vampiro. Ele está causando malefícios sem valorar sua vitima como alimento. Mas chega uma hora que ele cai numa armadilha do destino. Como sempre existe a probabilidade de perder a luta “aquele que permanece impregnado de ódio” pode “atrair para si todo o mal desejado aos outros” e contrair doenças espirituais contra as quais os medicamentos mundanos de nada adiantam. O chavão da lei tríplice é uma interpretação do desfecho dessa trama.
Quando alguém inicia uma partida de vale-tudo, por exemplo, há duas possibilidades: Ganhar ou perder. Como um resultado absolutamente perfeito – um nocaute no primeiro soco – é raríssimo, mesmo vencendo o lutador normalmente carrega ferimentos após a luta. Cicatrizes se acumulam a cada briga, enfraquecendo-o, até que a derrota do espírito agressor se torna inevitável. Neste caso é necessário fazer uso de remédios capazes de curar os males “que correspondem ao espírito”. Ao comentar a medicina simpática “que medicava membros de cera e operava sobre o sangue dado pelas chagas para curar as próprias chagas”, Eliphas Levi alega crer que “a homeopatia é uma reminiscência das teorias de Paracelso e uma volta às suas práticas sábias”. O próprio Paracelso exalta as virtudes do “nephesh habashar” ou “anima carnis” (Levítico 17:12-13) que não é o sangue e sim a bioenergia do sangue. Aplicando este medicamento seu espírito se tornará são e “o corpo será curado imediatamente”.
 
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Lições Sobre Vampirismo: Mecanismos do Vampirismo

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Lições sobre Vampirismo: Mecanismos do Vampirismo.

Após a leitura dos ensaios anteriores, o novato Vampiro já deve ter compreendido muito do que considero como “teoria básica” para entender como o Vampirismo de fato funciona, ou melhor, compreender os mecanismos que estão por trás de tão obscura arte.

Vamos passar agora a uma análise ainda teórica do que envolve a prática do Vampirismo e o desenvolvimento dos poderes relacionados ao Vampiro.

Como já dito, existe a condição de Vampirismo, ou seja, aquela advinda com a nascença em que o organismo não consegue através da alimentação costumeira obter toda a vitalidade que necessita, tendo tal organismo a capacidade de obter energia vital de outros meios, os mais comuns através do psiquismo.

Existe ainda aqueles que decidem por torna-se Vampiros, ou seja, por vontade e não por necessidade, desejam praticar o Vampirismo, a arte da tomada de energia vital de outras pessoas para seus mais variados fins.

Tendo entendido o que é a Energia Vital, noções básicas de como funciona nossa psique e o que basicamente é o Vampirismo, vamos compreende-lo agora sob tal ponto de vista teórico o porque alguém desejaria praticar Vampirismo por vontade e não necessidade, o que está por trás do Vampirismo e também de forma breve sobre o desenvolvimento dos poderes do Vampiro Tradicional.

Vampirismo é a tomada de energia vital de um ser em prol do Vampiro, básico e o aluno já sabe disso.

Já tendo lido os ensaios anteriores (que é de vital importância para entender o que segue), o novato já deve ter entendido portanto que o Vampirismo nada mais é do que uma das disciplinas ligadas a Manipulação de Energia, é um modo de manipular a energia.

Portanto Vampirismo nada mais passa que um tipo refinado de Manipulação de Energia para um fim próprio.

Logo é claro que para o novato possa desenvolver o Vampirismo, ou seja a capacidade de drenar a energia vital de outras pessoas, este tem que aprender antes de mais nada a manipular energia.

Manipular Energia não vai lhe trazer apenas o benefício do Vampirismo, mas também lhe abrirá as portas para todo um leque de habilidades e poderes oriundos de tal prática, como a manipulação de pessoas e sentimentos, telepatia, empatia, dentre outros.

Aqui alertamos que o novato deve ter calma, pois gradualmente iremos junto com o leitor desenvolvendo tais habilidades, dando sua explicação teórica e práticas que irão auxilia-lo a controlar tal poder.

Manipulação de Energia, ao menos da Energia Vital, que é a que nos interessa se dá através do uso da Psique (já analisada em capítulos anteriores), ou seja pela canalização da vontade através da visualização (ou através dos sentidos da alma).

Portanto, aprender a manipular energia envolve também entender os processos da psique e desenvolver seu potencial latente, ou seja, despertar seus sentidos, inabilitados na maioria dos humanos, para que assim possamos usar os poderes oriundos da psique e manipularmos energia.

Despertando nossas capacidades psíquicas e aprendendo a manipularmos energia temos um maravilhoso mundo novo.

Vampirismo é manipular a energia vital do outro para que venha até nós, é efetuar a drenagem ou alimentação dos Vampiros.

Do mesmo modo podemos enviar energia a outros, para ceder-lhes vitalidade e força, ou ajudar em processos curativos (ou usa-los em nós mesmos).

Podemos ainda usar a energia para criar “efeitos” como o já narrado da dor de cabeça. Podemos enviar energia com “comandos” para que nossa vontade ganhe a vida nela contida e ocorra de fato.

O centro portanto de nosso desenvolvimento envolve a evolução constante de nossos sentidos astrais (psíquicos), bem como na manipulação de energia.

Acredito que com a bagagem teórica aprendida ao longo dessas páginas, estamos aptos a começar a prática em si.

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